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A Rede CApt2

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A Rede CApt2

CApt2 (Circularidade da Água – por todos e para todos) é uma das quatro Redes de Cidades Circulares selecionadas e constituídas no Verão de 2021, orientada em particular para o tema prioritário Ciclo Urbano da Água e complementarmente para os temas transversais Descarbonização, Transição Digital e Equidade e inclusão social.

A CApt2 é liderada pelo Laboratório da Paisagem de Guimarães e conta com os municípios de Águeda, Lagoa (Açores), Loulé, Mértola, Oeiras, Oliveira de Frades e Ponte de Sor como parceiros. 

 

Faseamento e prazo de execução

O projeto da CApt2 será desenvolvido em três fases distintas: a fase 0 diz respeito à “constituição da parceria”; a fase 1 ao “diagnóstico prospetivo” e a fase 2 ao “planeamento de ação”. A duração indicativa da Fase 1 é de 4 meses e da fase 2 é de 16 meses.

 

Investimento

Para a concretização das atividades, a CApt2 beneficia de financiamento a 75% do Fundo Ambiental até um montante máximo elegível de 264 mil euros através da Iniciativa Nacional Cidades Circulares. O Investimento para a Fase 1 é de € 47.078,81€.

 

Síntese do projeto

O projeto da CApt2 visa desenvolver um modelo de governança local participativo que integra os diferentes agentes responsáveis pela gestão da água e inclui o cidadão como indutor de transformação para um modelo circular e participativo. Pretende, igualmente, contribuir para influenciar as políticas de gestão da água e a orientação dos municípios para a transição para uma economia circular, promovendo-se a criação de sinergias entre os parceiros e a formação e capacitação ambiental de todos os atores do Ciclo Urbano da Água, incluindo o cidadão.

O CApt2 procura ainda alertar para a necessidade do recurso água ocupar um papel central no que diz respeito à otimização dos respetivos usos, redução dos consumos e das perdas, aproveitamento de águas pluviais e reutilização de águas residuais. Para tal, tenciona identificar, avaliar e capitalizar as melhores práticas, tecnologias e resultados obtidos em projetos bem-sucedidos no domínio da gestão dos recursos hídricos. De acordo com as entidades que constituem a rede, esta pretende “representar territórios com características sociais, económicas e ambientais distintas”, traduzindo-se este aspeto “não só num importante desafio para o desenvolvimento de uma visão conjunta sobre os fatores emergentes da circularidade no Ciclo Urbano da Água, mas também na adequação e adaptação de respostas dos diferentes municípios perante os problemas locais”.

 

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